Marcha de protesto <br>contra degradação do IC1

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Mais de 200 veículos participaram sexta-feira numa marcha no troço do IC1 entre Alcácer do Sal e Grândola, no Alentejo, para protestar contra o estado de degradação e exigir o início das obras de melhoria na via. A marcha foi composta por duas colunas de veículos que partiram de Alcácer do Sal e de Grândola, ao final da tarde, e que se juntaram ao quilómetro 10 do troço do IC1, na zona de Castelo Ventoso, onde se concentraram.
O protesto foi promovido pelas comissões de utentes do IC1 de Alcácer do Sal e de Grândola, em colaboração com as câmaras e as juntas de freguesia dos dois concelhos.
De acordo com as comissões de utentes, o «estado de degradação» do troço do IC1, «já rebaptizado» como «estrada da morte», «é um grave atentado aos interesses das populações residentes, que vêem a sua condição de vida afectada» nos âmbitos económico e social e, sobretudo, na sua «segurança e integridade física».
A metodologia seguida para a manutenção do troço «não tem acompanhado» a «rápida, acentuada e visível degradação» da via, que não tem sido evitada pelas «pontuais intervenções, vulgarmente denominadas por “remendos”», lamentam as comissões.
«Esta triste realidade tem constituído um factor preocupante» para autarcas de Alcácer do Sal e Grândola e utentes que utilizam o troço, sujeitando-se a «um elevado risco de acidentes de viação, colocando em risco a segurança de pessoas e bens».
Num comunicado citado pela Lusa, a Câmara de Alcácer do Sal refere que «há queixas de muitos automobilistas» sobre o troço, o qual «está em más condições», «não oferece segurança» e onde «a sinistralidade é elevada» e, por isso, os utentes e as autarquias «exigem uma solução urgente» e obras de melhoria da via, as quais «tardam em chegar».




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